segunda-feira, 10 de maio de 2010
PAZ INTERIOR E EQUILÍBRIO HUMANO
A paz interior é um dom do Espírito Santo, diz a Carta aos Gálatas:
“Por seu lado, são estes os frutos do Espírito: amor, alegria, paz” (Ga 5, 22).
Mas isto não quer dizer que o Espírito Santo nos substitui nesta tarefa de construir a paz. Deus está conosco, mas não em nosso lugar.
Uma das primeiras atitudes da pessoa para construir a paz interior é tentar educar a sua mente e o coração, tentando eliminar ideias e sentimentos negativos no dia a dia da nossa vida. É uma tarefa, mas sobretudo uma arte que os evangelhos nos aconselham encarecidamente. Os pensamentos negativos não contribuem para a solução dos nossos problemas e são um obstáculo à nossa felicidade: “Quem de entre vós, com as suas preocupações, pode prolongar a duração da sua vida?” (Mt.6,25-27). O evangelho de Lucas acrescenta:
“Tende cuidado para que as vossas vidas não fiquem pesadas devido às preocupações” (Lc.21,34).
Os pensamentos negativos desgastam-nos e geram stress. Este, por seu lado, gera ansiedade a qual provoca uma aceleração do ritmo cardíaco e faz subir tensão arterial.
Apesar do ritmo acelerado em que o mundo caminha, nós podemos contrariar em nós esta tendência de uma crescente excitação da vida diária.
Acolhamos o dom das forças de Deus e teremos a paz necessária para vivermos de modo feliz: “O fruto do Espírito é a paz” (Ga.5,22; Rm.8,6).
Além de se sentir sempre cansada, a pessoa em stress sente-se frustrada por não poder produzir. Os pensamentos positivos como confiança, segurança, vontade de perdoar e servir os outros são um remédio milagroso para curar esta enfermidade.
Cristo deixou-nos a Paz interior como o grande dom do Espírito Santo:
“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou” (Jo.14,27).
São Paulo, depois de ter experimentado a riqueza do dom da paz, diz aos Colossenses: “Reine em vossos corações a paz de Cristo à qual fostes chamados, formando um só corpo” (Col.3,15).
Estas afirmações não são produto de uma teoria qualquer. São revelação de Deus. O Espírito Santo, no nosso íntimo, é o manancial da paz que faz jorrar em nós alegria e felicidade.
Deus oferece-nos a paz como remédio para edificarmos a nossa felicidade, diz o evangelho de Lucas:
“O Senhor guia os nossos passos no caminho da paz” (Lc.1,79).
A paz e a felicidade não são produto do mundo ruidoso. Emergem no interior da pessoa na medida em que esta sintoniza interiormente com a presença de Deus.
Segundo o ensinamento de Jesus, as coisas mais importantes acontecem no nosso interior. Por isso ele aconselha os discípulos a buscarem o silêncio: “Retiremo-nos para um lugar deserto e fiquemos ali por algum tempo” (Mc.6,31).
Traduzindo esta proposta de Jesus para os nossos dias diríamos que quinze ou vinte minutos de meditação diária são fundamentais para realizarmos a “higiene” da mente e do coração.
Nesses momentos, o nosso coração dilata-se ao ponto de nos sentirmos em comunhão com todos os seres humanos, como diz São Paulo:
“Tudo vos pertence (…) a vida, a morte, as coisas presentes e as futuras. Tudo é vosso, mas vós sois de Cristo e Cristo é de Deus” (1Cor.3,21-23).
Quando sentirmos o nervosismo a progredir ponhamos um travão dizendo-nos: “Para quê toda esta agitação? Não pretendo dominar o mundo!
Jesus convida-nos a pôr as nossas dificuldades nas mãos de Deus. Não para sermos substituídos, mas para que o Espírito Santo dinamize e optimize as nossas forças e capacidades. Eis o que diz o evangelho de Mateus:
“Não andeis preocupados, dizendo: ‘que iremos comer, beber ou vestir? (...) Procurai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia basta a sua dificuldade” (Mt 6, 31-34).
Se nos deixamos dominar pelo frenesim do mundo destruímo-nos e não conseguiremos ser válidos para os outros. Temos de aprender a livrar-nos da sobrecarga nervosa.
A pressa excessiva e o activismo não trazem vantagens para ninguém. O remédio para curar esta doença está em grande parte ao meu alcance.
Sei que Deus está em mim e por mim. A alegria que brota da paz interior está ao meu alcance. Com efeito, se esvaziar a mente e o coração o dinamismo libertador de Deus invade-me e enche-me da sabedoria necessária para acolher o dom da paz:
“Felizes os servos que o Senhor, ao chegar, encontrar vigilantes” (Lc.12,37).
A presença libertadora de Deus é uma realidade que podemos experimentar. Não se trata apenas de ideias teóricas.
Se treinarmos a mente e o coração para acolher a Palavra e o Espírito Santo, muito em breve sentiremos uma mudança na qualidade da nossa vida pessoal e relacional.
Esta experiência significa o Reino de Deus a acontecer dentro de nós como diz a Carta aos Romanos:
“O Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rm.14,17).
Quando Paulo escreveu estas palavras não estava a pensar numa realidade distante e fora do mundo. Pelo contrário, estava a falar de algo que se experimenta, como diz o evangelho de Lucas:
“A vinda do Reino de Deus não é observável no nosso exterior. Não se poderá dizer: ei-lo aqui! ou ei-lo acolá, pois o Reino de Deus está dentro de vós” (Lc.17,20-21). É importante tomarmos estas afirmações bíblicas a sério.
A edificação da paz interior tem muito a ver com o estilo de pensamento que alimentamos no dia a dia da nossa vida.
Se tememos uma realidade de modo contínuo, começamos a criar condicionamentos psíquicos, ao ponto de fazermos que aconteça aquilo que tememos.
Nas nossas conversas eliminemos palavras associadas ao medo e à ansiedade, pois estas condicionam os nossos comportamentos no sentido do fracasso.
As nossas palavras são resultado do nosso pensamento. Mas as palavras também geram o nosso modo de pensar. Por outras palavras, falar muito dos nossos medos de fracassar, faz que tenhamos cada vez mais tendência para pensamentos negativos.
A pessoa que fracassa devido aos seus pensamentos negativos começa a ser progressivamente posta de lado.
CALMEIRO MATIAS
“Por seu lado, são estes os frutos do Espírito: amor, alegria, paz” (Ga 5, 22).
Mas isto não quer dizer que o Espírito Santo nos substitui nesta tarefa de construir a paz. Deus está conosco, mas não em nosso lugar.
Uma das primeiras atitudes da pessoa para construir a paz interior é tentar educar a sua mente e o coração, tentando eliminar ideias e sentimentos negativos no dia a dia da nossa vida. É uma tarefa, mas sobretudo uma arte que os evangelhos nos aconselham encarecidamente. Os pensamentos negativos não contribuem para a solução dos nossos problemas e são um obstáculo à nossa felicidade: “Quem de entre vós, com as suas preocupações, pode prolongar a duração da sua vida?” (Mt.6,25-27). O evangelho de Lucas acrescenta:
“Tende cuidado para que as vossas vidas não fiquem pesadas devido às preocupações” (Lc.21,34).
Os pensamentos negativos desgastam-nos e geram stress. Este, por seu lado, gera ansiedade a qual provoca uma aceleração do ritmo cardíaco e faz subir tensão arterial.
Apesar do ritmo acelerado em que o mundo caminha, nós podemos contrariar em nós esta tendência de uma crescente excitação da vida diária.
Acolhamos o dom das forças de Deus e teremos a paz necessária para vivermos de modo feliz: “O fruto do Espírito é a paz” (Ga.5,22; Rm.8,6).
Além de se sentir sempre cansada, a pessoa em stress sente-se frustrada por não poder produzir. Os pensamentos positivos como confiança, segurança, vontade de perdoar e servir os outros são um remédio milagroso para curar esta enfermidade.
Cristo deixou-nos a Paz interior como o grande dom do Espírito Santo:
“Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou” (Jo.14,27).
São Paulo, depois de ter experimentado a riqueza do dom da paz, diz aos Colossenses: “Reine em vossos corações a paz de Cristo à qual fostes chamados, formando um só corpo” (Col.3,15).
Estas afirmações não são produto de uma teoria qualquer. São revelação de Deus. O Espírito Santo, no nosso íntimo, é o manancial da paz que faz jorrar em nós alegria e felicidade.
Deus oferece-nos a paz como remédio para edificarmos a nossa felicidade, diz o evangelho de Lucas:
“O Senhor guia os nossos passos no caminho da paz” (Lc.1,79).
A paz e a felicidade não são produto do mundo ruidoso. Emergem no interior da pessoa na medida em que esta sintoniza interiormente com a presença de Deus.
Segundo o ensinamento de Jesus, as coisas mais importantes acontecem no nosso interior. Por isso ele aconselha os discípulos a buscarem o silêncio: “Retiremo-nos para um lugar deserto e fiquemos ali por algum tempo” (Mc.6,31).
Traduzindo esta proposta de Jesus para os nossos dias diríamos que quinze ou vinte minutos de meditação diária são fundamentais para realizarmos a “higiene” da mente e do coração.
Nesses momentos, o nosso coração dilata-se ao ponto de nos sentirmos em comunhão com todos os seres humanos, como diz São Paulo:
“Tudo vos pertence (…) a vida, a morte, as coisas presentes e as futuras. Tudo é vosso, mas vós sois de Cristo e Cristo é de Deus” (1Cor.3,21-23).
Quando sentirmos o nervosismo a progredir ponhamos um travão dizendo-nos: “Para quê toda esta agitação? Não pretendo dominar o mundo!
Jesus convida-nos a pôr as nossas dificuldades nas mãos de Deus. Não para sermos substituídos, mas para que o Espírito Santo dinamize e optimize as nossas forças e capacidades. Eis o que diz o evangelho de Mateus:
“Não andeis preocupados, dizendo: ‘que iremos comer, beber ou vestir? (...) Procurai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã se preocupará consigo mesmo. A cada dia basta a sua dificuldade” (Mt 6, 31-34).
Se nos deixamos dominar pelo frenesim do mundo destruímo-nos e não conseguiremos ser válidos para os outros. Temos de aprender a livrar-nos da sobrecarga nervosa.
A pressa excessiva e o activismo não trazem vantagens para ninguém. O remédio para curar esta doença está em grande parte ao meu alcance.
Sei que Deus está em mim e por mim. A alegria que brota da paz interior está ao meu alcance. Com efeito, se esvaziar a mente e o coração o dinamismo libertador de Deus invade-me e enche-me da sabedoria necessária para acolher o dom da paz:
“Felizes os servos que o Senhor, ao chegar, encontrar vigilantes” (Lc.12,37).
A presença libertadora de Deus é uma realidade que podemos experimentar. Não se trata apenas de ideias teóricas.
Se treinarmos a mente e o coração para acolher a Palavra e o Espírito Santo, muito em breve sentiremos uma mudança na qualidade da nossa vida pessoal e relacional.
Esta experiência significa o Reino de Deus a acontecer dentro de nós como diz a Carta aos Romanos:
“O Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rm.14,17).
Quando Paulo escreveu estas palavras não estava a pensar numa realidade distante e fora do mundo. Pelo contrário, estava a falar de algo que se experimenta, como diz o evangelho de Lucas:
“A vinda do Reino de Deus não é observável no nosso exterior. Não se poderá dizer: ei-lo aqui! ou ei-lo acolá, pois o Reino de Deus está dentro de vós” (Lc.17,20-21). É importante tomarmos estas afirmações bíblicas a sério.
A edificação da paz interior tem muito a ver com o estilo de pensamento que alimentamos no dia a dia da nossa vida.
Se tememos uma realidade de modo contínuo, começamos a criar condicionamentos psíquicos, ao ponto de fazermos que aconteça aquilo que tememos.
Nas nossas conversas eliminemos palavras associadas ao medo e à ansiedade, pois estas condicionam os nossos comportamentos no sentido do fracasso.
As nossas palavras são resultado do nosso pensamento. Mas as palavras também geram o nosso modo de pensar. Por outras palavras, falar muito dos nossos medos de fracassar, faz que tenhamos cada vez mais tendência para pensamentos negativos.
A pessoa que fracassa devido aos seus pensamentos negativos começa a ser progressivamente posta de lado.
CALMEIRO MATIAS
terça-feira, 27 de abril de 2010
Quando me amei de verdade!!!
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Um jovem estava para se formar.
Já há muitos meses ele vinha admirando um lindo carro esporte.
Sabendo que seu pai podia muito bem arcar com aquela despesa, ele disse ao pai que o carro era tudo o que ele desejava.
Como o dia da formatura estava próximo, o jovem esperava sinais de que seu pai tivesse comprado o carro.
Finalmente, na manhã da formatura, o pai o chamou e disse quão orgulhoso se sentia por ter um filho tão bom e disse a ele o quanto o amava.
Então entregou ao filho uma caixa de presente, lindamente embalada.
Curioso e, de certa forma desapontado, o jovem abriu a caixa e encontrou uma Bíblia de capa de couro com o nome dele gravado em ouro.
Irado, ele levantou a sua voz para o pai e disse: "Com todo o dinheiro que você tem, você me dá uma Bíblia?" E violentamente saiu de casa.
Muitos anos se passaram, e o jovem tornou-se um homem de sucesso nos negócios.
Ele tinha uma linda casa e uma família bonita, mas certo dia percebeu que seu pai já estava idoso e resolveu visitá-lo.
Ele não via o pai desde o dia da formatura.
Antes de terminar os preparativos para a viagem, recebeu um telegrama informando que seu pai havia falecido e deixado todas as suas posses em testamento para o filho.
Ele precisava imediatamente ir à casa do pai e cuidar de tudo.
Quando lá chegou, sentiu um misto de tristeza e arrependimento preencher o seu coração.
Estava remexendo os documentos e papéis do pai quando viu a Bíblia, ainda nova, exatamente como ele havia deixado anos atrás.
Com lágrimas, ele abriu a Bíblia e começou a virar as páginas.
Seu pai havia sublinhado cuidadosamente o versículo de Mateus 7.11:
"Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhes pedirem?"
Enquanto lia, uma chave de carro caiu da Bíblia.
Ela tinha uma etiqueta com o nome da revendedora, a mesma que tinha o carro esporte que ele tanto desejava.
Na etiqueta constava ao data da formatura, e as palavras:
"Totalmente pago."
Quantas vezes nós perdemos as bênçãos de Deus porque elas não vêm "embaladas" como nós esperamos!
Que possamos dar valor as coisas boas, mesmo que a "embalagem" seja um pouco diferente!!
Abraços!!
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Flor de Lótus
Que Deus abençoe a todos que visitarem esse blog... que possamos nos inspirar na luz dessa flor de lotus para harmonizar nossas mentes e nossas vidas....
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